A BIS encontrou no próprio formato do chocolate uma maneira pouco óbvia de entrar no universo dos jogos. Em parceria com a Mattel, a marca criou uma edição limitada inspirada no UNO Stacko em que os wafers deixam de ser apenas parte do lanche e passam a funcionar como as peças de uma torre.
A ideia dispensa as peças plásticas do jogo original. Os próprios chocolates são empilhados, retirados e recolocados durante as rodadas, aproveitando o formato retangular do BIS para reproduzir a lógica de equilíbrio do UNO Stacko.
As embalagens ganharam cores inspiradas no jogo e chegam em quatro versões: BIS Ao Leite (100,8 g), BIS Branco (100,8 g), BIS Ao Leite em kit com três unidades (302,4 g) e BIS Branco em kit com três unidades (302,4 g). Nos kits maiores, a quantidade de chocolates permite montar uma torre mais alta.
Chocolate vira peça da partida
A brincadeira começa com os participantes montando uma torre com as diferentes cores. A cada rodada, o jogador precisa retirar um BIS correspondente à sua cor usando apenas uma mão e colocá-lo no topo, perpendicularmente à camada anterior.
A partida segue até a estrutura cair. Vence quem completar a última jogada antes do desabamento. As instruções também aparecem na bandeja e podem ser acessadas por um QR Code presente na embalagem.
A transformação do chocolate em peça é justamente o ponto que diferencia a colaboração. Em vez de simplesmente estampar personagens ou elementos de outra franquia na embalagem, BIS e UNO Stacko misturam produto e jogo na mesma experiência — e, nesse caso, a torre desaparece aos poucos também porque pode ser comida.
Anna Musso, gerente de Marketing de BIS na Mondelēz Brasil, afirma que a ideia nasceu da semelhança entre o formato do chocolate e a mecânica do jogo. “O próprio formato de BIS já traz naturalmente a lógica de empilhar, tirar e equilibrar”, diz.
Para a Mattel, a colaboração também coloca UNO em uma categoria diferente dos brinquedos. Valeria Gonzalez, Country Manager da Mattel Brasil, afirma que a parceria representa uma etapa da expansão da marca para o segmento de alimentos e explora a capacidade de UNO de aparecer em experiências além de seu mercado tradicional.
No fim, a regra mais incomum está dada desde a montagem: nesta versão, derrubar a torre encerra a partida — mas comer as peças faz parte da graça.

