Stephen King não estará apenas nas prateleiras da Bienal do Livro de São Paulo. Durante três dias do evento, o universo do escritor será transformado em uma caixa misteriosa que desafia visitantes a colocar a mão no escuro sem saber exatamente o que encontrarão.
A experiência é uma ação da Editora Suma e será realizada no estande E-60 da Companhia das Letras. A instalação usa referências visuais ligadas ao imaginário de Stephen King, incluindo Carrie e Pennywise, para transportar por alguns segundos o suspense dos livros para o espaço físico da feira.
A proposta acompanha uma mudança cada vez mais perceptível nos grandes eventos literários. Livros continuam no centro da programação, mas passaram a dividir atenção com cenários, encontros, jogos e instalações que transformam leitores em participantes. A Bienal, nesse sentido, também se aproxima da linguagem de eventos de cinema, quadrinhos, games e cultura pop.
Do livro para uma experiência de poucos segundos
No caso de Stephen King, a dinâmica funciona justamente por explorar uma sensação recorrente em suas histórias: o medo daquilo que ainda não pode ser visto. A caixa cria esse pequeno suspense antes mesmo de o participante descobrir o que existe em seu interior.
Esse tipo de experiência também mostra como personagens e universos literários passaram a circular além das páginas. O interesse deixa de terminar na leitura e ganha novas formas em exposições, objetos, ambientes temáticos e experiências presenciais que aproximam ainda mais fãs e obras conhecidas.
A ação acontece nos dias 4, 9 e 11 de setembro, às 11h30 e às 13h30. Para localizar a experiência, o público deverá procurar no estande E-60 uma pessoa identificada com a placa “Ativação Stephen King”. Cada sessão será limitada a 50 participantes ou enquanto houver brindes disponíveis.
Na Bienal, desta vez, a curiosidade começa antes mesmo de abrir um livro.

