Uma tampinha que normalmente terminaria no lixo ganhou outra função na Bienal do Livro. A Pilot montou no evento um ponto de coleta de plástico em parceria com a ONG Cão Sem Dono, conectando reciclagem, cuidado animal e uma mecânica que também prevê recompensas para o público.
A lógica da iniciativa começa fora do pavilhão: quem pretende passar pelo evento pode guardar tampinhas plásticas e levá-las ao estande da Pilot. O material arrecadado é encaminhado pela Cão Sem Dono para reciclagem, e os recursos obtidos com esse processo ajudam a manter o trabalho da organização com animais.
É uma dinâmica simples, mas que muda o papel daquele plástico pequeno que costuma passar despercebido. Em vez de depender apenas de uma contribuição financeira, a campanha transforma um resíduo doméstico bastante comum em uma forma indireta de apoio.
Coleta combina reciclagem e recompensas ao público
O estande oferece recompensas ecológicas e brindes exclusivos para quem colaborar com as doações, sem tirar o foco do principal objetivo da ação: ampliar a arrecadação de tampinhas destinadas à reciclagem.
O ponto central está no destino do material. A Cão Sem Dono encaminha as tampinhas para reciclagem e utiliza os recursos obtidos para ajudar na continuidade de seu trabalho com os animais. Assim, o objeto entregue pelo visitante não permanece apenas como parte de uma ativação temporária de marca.
A iniciativa também conversa com um movimento cada vez mais visível em grandes eventos: estandes que tentam acrescentar alguma utilidade ao tradicional circuito de brindes, fotos e experiências de marca. Aqui, o visitante chega com algo que já possui em casa e que poderia ser descartado.
A ação acontece no estande da Pilot na Bienal do Livro, no Distrito Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1.209, entre 4 e 13 de setembro. Para quem pretende passar pela Bienal, a preparação pode começar antes mesmo de sair de casa: desta vez, guardar algumas tampinhas tem destino certo.

