sábado, 21 mar 2026
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O Boticário usa IA para transformar emoções em arte com perfumes

O Boticário aposta em inteligência artificial para transformar emoções em arte e simplificar a escolha de perfumes

Em: Portal G

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No meio de um feed dominado por “notas de saída” e descrições técnicas difíceis de traduzir no dia a dia, uma virada chama atenção neste 21 de março, Dia da Perfumaria: a tentativa de transformar aquilo que o consumidor realmente sente ao usar um perfume em algo visível — e compartilhável.

A proposta, lançada por O Boticário, abre ao público uma experiência presencial no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, entre os dias 21 e 24 de março, com uma ideia simples na essência, mas complexa na execução: traduzir emoções em imagens por meio de inteligência artificial. Na prática, visitantes testam fragrâncias enquanto um sistema capta microexpressões faciais em tempo real — como surpresa, nostalgia ou alegria — e converte esses dados em obras digitais únicas.

A tecnologia por trás não é exatamente nova, mas o uso chama atenção pela aplicação direta no consumo. O sistema utiliza o MediaPipe para mapear dezenas de pontos do rosto e interpretar reações quase imperceptíveis. Esses sinais são processados por algoritmos e transformados em composições visuais com apoio de IA generativa, criando uma espécie de “review emocional” — conceito que pode ganhar força num mercado cada vez mais guiado por experiência.

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Mais do que uma ação pontual, o movimento aponta para uma mudança relevante: a tentativa de simplificar a linguagem da perfumaria para quem está fora do nicho. Em vez de depender de termos técnicos, a proposta valoriza percepções subjetivas — algo que, na prática, pode ajudar consumidores comuns a escolher fragrâncias com mais segurança e identificação pessoal.

Há também um efeito direto no comportamento digital. As criações geradas na experiência devem ocupar vitrines digitais em milhares de lojas da marca pelo país e alimentar interações nas redes sociais, onde o público pode participar descrevendo sensações. Na lógica atual de consumo, isso amplia o alcance e transforma a escolha de um perfume em conteúdo — e não apenas em compra.

Para quem está de olho em tendências, o recado é claro: a inteligência artificial começa a sair do bastidor técnico e passa a influenciar como produtos são avaliados, recomendados e até sentidos. Para o consumidor, fica a utilidade prática — novas formas de entender fragrâncias sem precisar dominar jargões, tornando a decisão mais intuitiva e próxima da própria experiência.

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