Quem imaginava que uma cinebiografia musical perderia força após um mês em cartaz viu o cenário mudar nas últimas semanas. Michael voltou a registrar alta nas bilheterias justamente em um período em que muitos lançamentos costumam desacelerar.
O longa dirigido por Antoine Fuqua alcançou cerca de US$ 703 milhões arrecadados mundialmente e já ocupa a posição de segunda maior bilheteria global de 2026. Na frente dele aparece apenas Super Mario Galaxy: O Filme, com aproximadamente US$ 964 milhões.
No Brasil, o desempenho também chamou atenção do mercado exibidor. Mesmo contando com cerca de 40% menos salas de exibição do que O Diabo Veste Prada 2, Michael segue próximo da disputa pela liderança nacional de público.
A sequência estrelada por Meryl Streep registrou cerca de 690 mil espectadores no mesmo período. Ainda assim, a diferença no número de salas disponíveis virou um dos pontos mais comentados do circuito nacional, já que filmes com menos sessões normalmente perdem espaço com mais rapidez nas semanas seguintes à estreia.
Até agora, Michael já ultrapassou 5,6 milhões de espectadores no Brasil e soma mais de R$ 129 milhões em arrecadação. O longa também estabeleceu recordes importantes para o gênero no país, incluindo maior estreia, maior pré-venda e maiores resultados de segundo, terceiro e quarto fins de semana entre cinebiografias musicais.
Outro detalhe observado pelo mercado é a estabilidade do filme após o chamado “efeito estreia”, fase em que muitos blockbusters registram quedas mais acentuadas. A expectativa atual é que Michael ultrapasse a marca de 6 milhões de espectadores brasileiros até a próxima sexta-feira.
Em um ano marcado por franquias conhecidas e grandes continuações de Hollywood, Michael acabou se consolidando como um dos desempenhos mais comentados das bilheterias em 2026.
