Quem subir o Morro da Urca nos próximos dias vai encontrar mais do que uma vista clássica do Rio. A Guaraná Antarctica ocupou o Espaço Maria Ercília, dentro do Parque Bondinho Pão de Açúcar, com uma experiência que resgata momentos decisivos do futebol brasileiro a partir de um elemento simples: a camisa.
A visitação já está em andamento e segue até 10 de maio, sempre das 9h às 21h, sem custo adicional além do ingresso regular do parque. A proposta é direta, mas eficiente: reunir réplicas dos uniformes usados nas campanhas dos cinco títulos mundiais da seleção brasileira, conquistados em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
O percurso ganha uma camada narrativa com áudios conduzidos por Fernanda Gentil, que apresenta bastidores e curiosidades de cada conquista. A participação dela não é pontual. A jornalista também passa a atuar como head criativa de esportes e entretenimento da marca por um período de dois anos, indicando uma estratégia mais ampla da empresa para o território esportivo.

A ativação funciona como extensão física da campanha “Sede de Torcer” e conversa diretamente com o lançamento recente das latas colecionáveis de Guaraná Antarctica Zero, que estampam as camisas históricas nas embalagens. A ideia é conectar consumo, memória afetiva e experiência presencial em um mesmo ecossistema.
Curiosamente, embora o foco esteja nos uniformes, o impacto da exposição vai além da estética. Cada camisa representa uma virada simbólica no futebol brasileiro, seja pela consolidação do estilo em 1970 ou pela retomada da confiança em 1994. A escolha de centralizar essas peças transforma o espaço em um recorte rápido, porém eficaz, da evolução da seleção.
Para quem visita o ponto turístico, a utilidade é clara: além do passeio tradicional, há um conteúdo adicional que agrega contexto cultural e esportivo sem exigir planejamento extra. É uma ativação de fácil acesso, com apelo visual e duração limitada, o que tende a aumentar o fluxo de interessados até o encerramento.
