quinta-feira, 2 abr 2026
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TRESemmé entra na onda de O Diabo Veste Prada 2 e revela nova estratégia

Como a TRESemmé usa O Diabo Veste Prada 2 para acompanhar tendências que já nascem nas redes

Em: Portal G

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A nova investida da TRESemmé chega menos como lançamento isolado e mais como sinal de um movimento maior: o uso de filmes como gatilho para influenciar hábitos cotidianos. A marca anunciou uma edição limitada de um finalizador no Brasil inspirada em O Diabo Veste Prada 2, que estreia nos cinemas neste mês, reforçando a aproximação entre entretenimento e rotina de consumo.

Na prática, a ação gira em torno de um spray capilar com proposta de efeito prolongado contra umidade e frizz, adaptado ao contexto brasileiro. Mas o ponto central está na estratégia: transformar narrativas do cinema em referência estética aplicável no dia a dia, algo que vem ganhando força com a popularização de tendências nas redes sociais.

Segundo Paula Paiva, diretora de comunicação e mídia da área de beleza e bem-estar da Unilever no Brasil, a iniciativa parte da observação direta do comportamento digital. “Antes de qualquer movimento, ouvimos as conversas que já estão acontecendo nas redes sociais”, afirma. A fala indica uma mudança clara de lógica: em vez de criar tendências, marcas passam a reagir ao que já viraliza.

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O retorno da franquia após duas décadas ajuda a explicar o timing. Produções com forte apelo nostálgico têm impulsionado discussões e engajamento online, abrindo espaço para ações que conectam memória afetiva e consumo. Nesse cenário, produtos deixam de ser apenas funcionais e passam a carregar referências culturais reconhecíveis.

Para o público, a utilidade prática está em entender como essas parcerias impactam o que chega às prateleiras. Ao acompanhar movimentos assim, o consumidor consegue identificar quando uma tendência nasce de uma necessidade real — como soluções para clima úmido — ou quando é impulsionada por fenômenos culturais momentâneos.

No fim, a iniciativa reforça um comportamento já consolidado: a cultura pop não só inspira estilos, mas também influencia diretamente o desenvolvimento de produtos e decisões da indústria de beleza em tempo real.TRESemmé aposta em cultura pop e reacende debate sobre consumo guiado por filmes

A nova investida da TRESemmé chega menos como lançamento isolado e mais como sinal de um movimento maior: o uso de filmes como gatilho para influenciar hábitos cotidianos. A marca anunciou uma edição limitada de um finalizador no Brasil inspirada em O Diabo Veste Prada 2, que estreia nos cinemas neste mês, reforçando a aproximação entre entretenimento e rotina de consumo.

Na prática, a ação gira em torno de um spray capilar com proposta de efeito prolongado contra umidade e frizz, adaptado ao contexto brasileiro. Mas o ponto central está na estratégia: transformar narrativas do cinema em referência estética aplicável no dia a dia, algo que vem ganhando força com a popularização de tendências nas redes sociais.

Uma mulher hispânica de meia-idade, com cabelos castanhos ondulados na altura dos ombros e um macacão laranja, sorri alegremente e olha para a direita enquanto está sentada em uma cadeira de veludo verde escuro. Ela está apoiando o cotovelo esquerdo no braço da cadeira e tem a mão direita apoiada no colo. Seu braço esquerdo tem uma pulseira de ouro e seu braço direito tem uma pulseira de ouro e uma pulseira de contas de prata. Ela também tem dois anéis de ouro na mão direita. O fundo é uma janela grande com vista para a cidade. A luz solar brilha na janela e ilumina o quarto.
Paula Leis Paiva, diretora de comunicação e mídia de Beauty & Wellbeing da Unilever — Foto: Divulgação

Segundo Paula Paiva, diretora de comunicação e mídia da área de beleza e bem-estar da Unilever no Brasil, a iniciativa parte da observação direta do comportamento digital. “Antes de qualquer movimento, ouvimos as conversas que já estão acontecendo nas redes sociais”, afirma. A fala indica uma mudança clara de lógica: em vez de criar tendências, marcas passam a reagir ao que já viraliza.

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O retorno da franquia após duas décadas ajuda a explicar o timing. Produções com forte apelo nostálgico têm impulsionado discussões e engajamento online, abrindo espaço para ações que conectam memória afetiva e consumo. Nesse cenário, produtos deixam de ser apenas funcionais e passam a carregar referências culturais reconhecíveis.

Para o público, a utilidade prática está em entender como essas parcerias impactam o que chega às prateleiras. Ao acompanhar movimentos assim, o consumidor consegue identificar quando uma tendência nasce de uma necessidade real — como soluções para clima úmido — ou quando é impulsionada por fenômenos culturais momentâneos.

No fim, a iniciativa reforça um comportamento já consolidado: a cultura pop não só inspira estilos, mas também influencia diretamente o desenvolvimento de produtos e decisões da indústria de beleza em tempo real.

Rafha Costa
Rafha Costahttps://portalg.com.br
Especialista em marketing e editor do Portal G, com foco em tendências de consumo e branding
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