O frango do Popeyes vai para as ruas do Brasil neste Carnaval com um objetivo claro: transformar sabor em experiência. Em vez de apostar apenas em promoções, a rede conecta a energia da folia brasileira à tradição de New Orleans, criando uma ativação que combina cultura, música e experimentação gastronômica.
A estratégia marca uma virada na comunicação da rede, que passa a assumir oficialmente o molho como elemento central da sua identidade, sintetizado na nova assinatura “O frango que tem o molho”. A mudança vem acompanhada de um conceito proprietário que guia toda a ativação de Carnaval: “A busca do balde”, criado para estimular engajamento físico, circulação urbana e experimentação do produto.
A campanha ganha vida fora das lojas, com presença em blocos carnavalescos e ações de rua. Durante as ativações, o público recebe adesivos que podem ser trocados por um Molhão nas unidades participantes da rede, com limite de um por CPF. A iniciativa prevê a distribuição de até 50 mil molhos, reforçando o objetivo de gerar primeiro contato e reforçar o diferencial do cardápio.

Além do incentivo à experimentação, o Popeyes investe em itens colecionáveis e brindes que dialogam com a estética da Louisiana, berço da marca. Entre os materiais distribuídos estão purpurina inspirada no Cajun Sauce, colares temáticos de New Orleans, óculos de sol, sacochilas e copos com tirante — elementos pensados para circular nas ruas e ampliar a presença visual da marca durante a folia.
No campo do conteúdo, a campanha se conecta à cultura pop ao firmar parceria com o cantor Danrlei Orrico, o Kanalha. A ação faz referência ao hit “O Baiano tem o molho”, em uma adaptação bem-humorada que associa o conceito da música ao posicionamento do Popeyes, reforçando o molho como símbolo de sabor, personalidade e diferenciação.
Com essa abordagem, a marca estrutura sua presença no Carnaval a partir de experiência, identidade e conexão cultural, transformando a festa em um ponto de contato estratégico entre o imaginário de New Orleans e a dinâmica das ruas brasileiras — sem depender exclusivamente de discurso promocional, mas apostando em vivência, lembrança e associação de marca.
