O Halloween brasileiro não precisa viver apenas de bruxas, fantasmas e abóboras. Em 2026, a Docile colocou a Cuca no centro de sua campanha de outubro, levando uma das criaturas mais conhecidas do folclore nacional para uma celebração marcada por referências estrangeiras.
A escolha cria um encontro curioso entre cultura popular e consumo. A Cuca atravessou gerações em histórias, livros e adaptações para a televisão e agora aparece em uma versão menos assustadora: na campanha, a personagem encontra gestos de gentileza e começa a trocar sustos e travessuras por surpresas.
Cuca ganha espaço no Halloween
Para a Docile, recorrer ao folclore também é uma maneira de fugir da estética que se repete nas campanhas de Halloween. Em vez de simplesmente cercar os doces de morcegos e monstros, a marca usa uma personagem imediatamente reconhecível pelo público brasileiro.
A história segue o conceito “Gentileza muda tudo”, já explorado pela empresa em outras ações. O suspense permanece como parte da brincadeira, mas serve de pano de fundo para a transformação da Cuca.
Pulseira da Sorte entra no clima
A campanha também dá novo espaço à Pulseira da Sorte, bala de gelatina em formato de pulseira apresentada pela Docile em 2026. O produto tem combinações inspiradas em sabores brasileiros, como açaí com banana, melancia com jabuticaba e limonada com abacaxi.
O interessante é a mudança de contexto. A pulseira apareceu inicialmente ligada ao clima de torcida e agora encontra no Halloween outro universo em que símbolos de sorte, fantasia e brincadeira fazem sentido.
Para quem procura os produtos, não existe cadastro ou distribuição gratuita ligada à campanha. A ação acontece principalmente nos pontos de venda, onde a Pulseira da Sorte aparece ao lado da linha temática de Halloween da Docile. Como os itens da temporada são sazonais, a disponibilidade pode variar conforme o estabelecimento e o estoque.
No fim, a Cuca acaba fazendo algo que poucas abóboras conseguiriam: dar ao Halloween da marca uma cara reconhecidamente brasileira.

