Ir ao cinema sempre foi mais do que assistir a um filme. Para muita gente, a experiência passa direto pelo cheiro da pipoca — e é justamente aí que a Cinépolis mexeu no jogo. Com a chegada do filme Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada, a rede lançou uma mecânica de alcance nacional que transforma um balde colecionável do Patrick em algo bem menos decorativo e bem mais funcional.
A proposta é simples, mas curiosa: quem compra o balde passa a ter direito a um refil de pipoca salgada por dia, durante um mês, entre 17 de janeiro e 17 de fevereiro, em unidades da Cinépolis em todo o país. Na prática, o balde vira uma espécie de “companheiro fixo” das idas ao cinema.
O que isso muda na rotina do público
Para quem frequenta o cinema com certa regularidade, a novidade altera a conta final. Em vez de pagar pipoca toda vez, o consumidor usa o mesmo balde — desde que apresente o ingresso do dia. O benefício é diário, limitado a um refil por CPF, servido exclusivamente no balde de 1,9 litro.

Quem já tinha comprado o item antes da divulgação também entra na regra, o que evita frustração e amplia o alcance da ação.
Nem tudo é ilimitado — e isso importa
Há limites claros: não vale pipoca doce, não dá para acumular refis e é preciso ter ingresso válido no mesmo dia. O benefício acompanha a ida ao cinema, mas não substitui o consumo completo da experiência.
Por que isso virou assunto
Em um cenário de preços elevados nas bombonières, a ação ganhou repercussão por unir praticidade, apelo emocional e presença nacional. Ao transformar um item colecionável em uso recorrente, a Cinépolis toca em um ponto sensível do público: o custo real de ir ao cinema — e até que ponto iniciativas assim podem influenciar a decisão de voltar mais vezes à sala escura.
