O visual da orla de Copacabana ganhou nesta semana uma transformação inesperada e instigante. Uma guitarra gigante, desenhada diretamente na areia e ocupando 40 metros de diâmetro, chamou atenção de turistas e moradores. A obra, assinada pelo artista de Land Art Clayton Balduino, conhecido como Reciclayton, vai muito além da estética. De fato, é uma declaração de amor do festival ao Rio de Janeiro, cidade que molda sua história e seu espírito.
Além de ser um convite para fotos, a intervenção representa a materialização de um conceito que combina celebração e ocupação urbana. Instalando a escultura em frente ao icônico Copacabana Palace, a iniciativa transforma a cidade em palco e co-protagonista da narrativa do Rock in Rio. Assim, a energia do festival já começa a ser sentida antes mesmo da edição de 2026.

O Rock in Rio 2026 se conecta ao digital e à comunidade
Enquanto a escultura domina o espaço físico, o festival também estende sua presença para o mundo digital. No TikTok, uma promoção convida os fãs a mostrarem suas coreografias e improvisos respondendo à pergunta: “qual seria a sua dança comemorativa ao garantir o seu Rock in Rio Card?”. Quem participar com a hashtag #AnoDeRockinRio pode ganhar pares de ingressos e experiências no Parque Bondinho Pão de Açúcar. Além disso, a ação combina diversão e engajamento da comunidade online.

Para Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World, essa estratégia evidencia o protagonismo da cidade. Segundo ela, ações como a escultura de areia, a campanha no TikTok e o programa “Viva o Rio com o Rock in Rio” criam um movimento integrado que celebra o Rio como força criativa e emocional do festival.
Nos próximos meses, o Rock in Rio pretende ocupar diferentes pontos da cidade. Dessa forma, reforça uma narrativa que mistura arte, cultura e energia urbana. De fato, a mensagem é clara: o Rio de Janeiro não é apenas cenário, mas também essência e inspiração de toda a experiência do festival.
