A poucas semanas da estreia do filme “MICHAEL”, dados recentes mostram um aumento no consumo das músicas de Michael Jackson — movimento que já começa a impactar rankings e plataformas digitais.
Nos Estados Unidos, a coletânea Number Ones voltou a figurar na Billboard 200, ocupando a posição #26, com projeção de leve alta. Na mesma semana, o álbum registrou cerca de 25 mil unidades equivalentes, incluindo mais de 4 mil cópias vendidas. Parte desse volume veio do vinil, formato que tem registrado crescimento nos últimos anos, especialmente entre colecionadores e novos consumidores.
Os downloads pagos também contribuíram para o resultado, com mais de 3 mil aquisições de faixas individuais. Mesmo em um cenário dominado pelo streaming, esse tipo de consumo ainda aparece em momentos de maior interesse do público.
Nas plataformas digitais, os números seguem elevados. O artista soma mais de 21 bilhões de reproduções acumuladas, cerca de 63,9 milhões de ouvintes mensais e aproximadamente 99 milhões de streams em uma única semana recente. Entre as faixas mais reproduzidas estão “Billie Jean” e “Beat It”, que continuam entre as mais ouvidas do catálogo.
O aumento coincide com a divulgação da cinebiografia, fenômeno comum na indústria musical, em que lançamentos audiovisuais estimulam a revisita a catálogos já conhecidos. Esse tipo de movimento costuma envolver tanto fãs antigos quanto novos ouvintes.
Além do streaming, o avanço de formatos físicos como o vinil indica uma diversificação no modo de consumo, reforçando tendências já observadas no mercado fonográfico.
Com a estreia do filme se aproximando, a expectativa é de manutenção desse nível de interesse nas próximas semanas, acompanhando o padrão observado em outros projetos semelhantes.
