Em 2026, a Páscoa da Hershey’s no Brasil ganha um rosto inédito: a Capibarra. Saindo do clássico Coelho, a marca aposta em um símbolo genuinamente brasileiro, conectando cultura local, humor e engajamento digital com os consumidores.
A história por trás da escolha é quase um case de marketing moderno. Antes mesmo de assumir oficialmente o cargo, a Capibarra passou por um processo de “recrutamento” público no LinkedIn, com direito a vaga aberta e visibilidade nas redes da Hershey’s. O resultado? Engajamento orgânico, mentoria e construção de narrativa que aproximou o público da personagem antes mesmo de sua estreia oficial.
Para a Hershey’s, a mudança vai além do visual: é sobre reposicionar a Páscoa no Brasil. A Capibarra personifica atributos estratégicos para a marca — leveza, carisma e relevância cultural — e traduz o que a marca quer reforçar: presentear de forma democrática, divertida e conectada ao cotidiano brasileiro. “Ela entrega soft skills únicas: colaboração, pacifismo e presença transversal, capaz de engajar todos à sua volta. Para a Páscoa, isso significa mais proximidade com os consumidores e talkability”, explica Ana Carolina Guazelli Cosin, Head de Marketing da Hershey’s.
Curiosidade: a capivara é o maior roedor do mundo e figura no imaginário brasileiro de maneira inesperadamente democrática — de parques urbanos a conversas do dia a dia. Transformá-la em mascote é uma estratégia que mistura humor, identidade nacional e storytelling digital, criando uma oportunidade de engajamento que vai além do chocolate.
Em tom de manifesto, a própria Capibarra já assume seu papel: “Chego pra mexer com os corações dos Barra Lovers! Vou distribuir barras Hershey’s e transformar a Páscoa em algo mais brasileiro, divertido e memorável. Ca-pi-ba-rra, guardem esse nome!”, declara.
O movimento sinaliza para o mercado algo maior: marcas que combinam símbolos culturais com estratégias digitais podem não só surpreender, mas também gerar relevância, engajamento e memória afetiva com o público. A Páscoa de 2026 promete, portanto, ser diferente — e bem brasileira.
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