A volta de “O Diabo Veste Prada” às conversas nas redes sociais começou a influenciar também campanhas de marcas no Brasil. O interesse renovado pela personagem Miranda Priestly, impulsionado por memes, cortes do filme e debates sobre cultura corporativa, abriu espaço para ações inspiradas no universo profissional retratado no longa.
Empresas dos setores de educação, tecnologia e carreira passaram a usar referências da cultura pop para se aproximar de um público que já acompanha discussões sobre rotina de trabalho, liderança e pressão no ambiente corporativo. O movimento acompanha uma tendência crescente nas redes sociais, onde filmes e séries voltam a ganhar relevância a partir de conteúdos virais no TikTok, Instagram e X.
Entre as marcas que entraram nessa onda está o CNA, que utilizou referências da personagem interpretada por Meryl Streep em conteúdos ligados ao universo corporativo e ao aprendizado profissional. A ação surgiu em meio ao aumento de publicações sobre comportamento no trabalho e desenvolvimento de carreira nas plataformas digitais.
Especialistas em marketing avaliam que campanhas associadas a fenômenos culturais ajudam marcas a participar de conversas que já possuem forte circulação online, principalmente entre públicos mais jovens. A estratégia vem sendo adotada por empresas que buscam aproveitar assuntos em alta sem depender apenas de formatos tradicionais de publicidade.
Nos últimos meses, vídeos e memes relacionados a “O Diabo Veste Prada” voltaram a circular com força nas redes sociais, especialmente em conteúdos sobre chefes exigentes, pressão profissional e situações comuns da vida corporativa.
