Os selinhos estão encontrando espaço de novo no carrinho de compras. Depois de décadas associados a campanhas de supermercado, eles reaparecem em 2026 como ferramenta para transformar compras rotineiras em pequenas coleções. A Coca-Cola entrou nessa onda usando justamente uma embalagem que já depende de repetição: a garrafa retornável.
Na campanha Só Se For Agora – Compre & Colecione, quem compra Coca-Cola Original, Coca-Cola Sem Açúcar ou Fanta em PET retornável de 2 litros recebe selos que liberam potes colecionáveis e uma bolsa térmica. A ação começou em 18 de agosto e segue até 5 de janeiro de 2027, ou enquanto houver estoque nos estabelecimentos participantes.
A escolha do retornável não parece casual. A embalagem já funciona em um ciclo: o consumidor leva a garrafa vazia ao ponto de venda e recebe outra cheia. A própria Coca-Cola mantém esse modelo como parte de sua estratégia de circulação de embalagens reutilizáveis. Colocar uma cartela de selos nesse hábito adiciona uma segunda rotina ao processo — devolver a garrafa e acompanhar a coleção crescer.
A cartela tem 15 espaços. Com três selos é liberado o primeiro pote; com seis, o segundo; com nove, o terceiro; e com 12, o quarto. Ao chegar aos 15 selos, entra a bolsa térmica. São quatro potes de 600 ml ao longo do percurso.
No total, estão previstos 480 mil brindes, entre 384 mil potes e 96 mil bolsas térmicas. A campanha ainda conecta as cartelas completas a uma disputa por seis conjuntos de cozinha formados por geladeira duplex, fogão de quatro bocas e micro-ondas Electrolux.
Para entrar na dinâmica, é preciso comprar um dos refrigerantes participantes em um estabelecimento aderente e receber a cartela e o selo no próprio ponto de venda. As compras precisam ser presenciais, e os estabelecimentos participantes podem ser consultados no site oficial da campanha.
A ação está disponível para maiores de 18 anos em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A retirada dos itens acontece no estabelecimento participante e depende da disponibilidade de estoque de cada unidade.
No fim, a Coca-Cola recupera uma mecânica quase analógica para incentivar um comportamento bastante atual: repetir uma rotina de consumo até completar uma coleção. A diferença é que, desta vez, a cartela cresce junto com a circulação das garrafas retornáveis.

