Uma caneca amarela e uma boleira foram suficientes para colocar a Maizena em uma disputa que lembra mais o universo dos colecionáveis do que a prateleira do supermercado. Depois de os primeiros estoques dos brindes se esgotarem, a ação voltou a ganhar fôlego com a reposição dos itens, mantendo a campanha ativa em setembro de 2026.
A procura diz bastante sobre o momento das marcas de alimentos. O objeto doméstico deixou de funcionar apenas como brinde e passou a explorar memória, decoração e até o prazer de montar uma coleção. Em 2026, campanhas com embalagens especiais, utensílios e objetos temáticos reforçam uma lógica cada vez mais comum: fazer a marca permanecer na casa mesmo depois que o produto acaba.
Com Maizena, essa conexão é particularmente fácil de reconhecer. A embalagem amarela já ocupa há décadas o imaginário de bolos, mingaus e receitas de família. Levar essa identidade para uma caneca de cerâmica e uma boleira transforma uma imagem conhecida da despensa em objeto de cozinha — e ajuda a explicar a curiosidade em torno dos brindes.

A campanha começou com milhares de peças: são 4.462 canecas com colher e 3.977 boleiras. Mesmo com esse volume, os itens ficaram indisponíveis durante a ação e passaram por reposição, dando um novo capítulo à campanha antes do encerramento.
Para conseguir os brindes, cada R$ 10 em produtos Maizena registrados no mesmo comprovante gera um selo. Três selos podem ser usados para a caneca e cinco para a boleira, conforme a disponibilidade. O comprovante pode ser cadastrado pelo site oficial da campanha ou pelo WhatsApp +55 11 4210-5115.
A ação também mantém outras formas de premiação. Participações válidas podem dar acesso a cartões-presente associados à compra de itens como micro-ondas, batedeira e panela elétrica, além de uma premiação principal de R$ 200 mil.
As compras participantes seguem previstas até 14 de outubro de 2026. O estoque voltou, mas o interesse em transformar uma embalagem conhecida em objeto de coleção parece ter virado a verdadeira história da campanha.

